quarta-feira, maio 25, 2016

Ahhquarta feira

 Eu me conformei... N é possível eu desligar esse sistema de regras auto imposta  criado como um modo de sobrevivência no inferno que eu chamo de infancia. 

Então maos a obra.  

Fato rápido  já. Me peguei  algumas vezes com o pensamento de que quando meu pai morrer eu vou poder ser/fazer o que eu quiser... Bizarro  mas comprova a ideia toda! 

Saindo do consultório eu  ainda tava pensativo mas algo curioso aconteceu no mac. A atendente tinha um batom  roxo muito chamativo. Pensei em fazer um elogio  e fiz. Ela  

"primeiramente o seu batom é muito bonito! E eu quero um macchiken" ela não conseguia não sorrir, me olhava e sorria, não sei se deu vergonha ou ela ganhou o dia, talvez  precisava  disso, sei la.  

Acho que os elogios que a Eliana havia feito a pouco  encheu  meu tanque de auto estima e gerou em mim confiança para quebrar 2 regras auto impostas "eu não falo com estranhos, eu não dou cantadas em mulheres sob nenhuma circunstâncias  ah é na lista de motivos pra ela sorrir  tb tem a possibilidade dela achar que era uma cantada. 

E sem perceber fiz o que o livro fazendo amigo e influenciando pessoas tenho que voltar a ler esse livro ensinou. Elogie, mas seja sincero, e convivente mas elogie generosamente. Fico curioso sobre ela ter ganhado o dia ou não. 

Notei outro pensamento que  exemplifica bem minha auto imagem infantil... "é fácil... Papai saiu de casa eu posso fazer o que eu quiser" 

Mas a dor nas costas estão preocupando... 

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