Eu me conformei... N é possível eu desligar esse sistema de regras auto imposta criado como um modo de sobrevivência no inferno que eu chamo de infancia.
Então maos a obra.
Fato rápido já. Me peguei algumas vezes com o pensamento de que quando meu pai morrer eu vou poder ser/fazer o que eu quiser... Bizarro mas comprova a ideia toda!
Saindo do consultório eu ainda tava pensativo mas algo curioso aconteceu no mac. A atendente tinha um batom roxo muito chamativo. Pensei em fazer um elogio e fiz. Ela
"primeiramente o seu batom é muito bonito! E eu quero um macchiken" ela não conseguia não sorrir, me olhava e sorria, não sei se deu vergonha ou ela ganhou o dia, talvez precisava disso, sei la.
Acho que os elogios que a Eliana havia feito a pouco encheu meu tanque de auto estima e gerou em mim confiança para quebrar 2 regras auto impostas "eu não falo com estranhos, eu não dou cantadas em mulheres sob nenhuma circunstâncias ah é na lista de motivos pra ela sorrir tb tem a possibilidade dela achar que era uma cantada.
E sem perceber fiz o que o livro fazendo amigo e influenciando pessoas tenho que voltar a ler esse livro ensinou. Elogie, mas seja sincero, e convivente mas elogie generosamente. Fico curioso sobre ela ter ganhado o dia ou não.
Notei outro pensamento que exemplifica bem minha auto imagem infantil... "é fácil... Papai saiu de casa eu posso fazer o que eu quiser"
Mas a dor nas costas estão preocupando...